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As pulgas são parasitas que podem trazer muitos transtornos na vida de animais de estimação. Esses artrópodes buscam se esconder em regiões de gatos e cachorros que sejam de difícil acesso aos olhos humanos, como forma de se alimentar do sangue dos pets.

As pulgas, muito comuns na primavera e em períodos mais quentes do ano, trazem irritação, coceira e até erupções na pele dos cachorros e dos gatos. Mesmo após o tratamento para a remoção dos parasitas, é preciso se atentar a detalhes para se certificar de que o remédio antipulgas deu mesmo certo.

Observando o comportamento do pet

Em primeiro lugar, é preciso avaliar se o seu animal de estimação está, de fato, sofrendo com pulgas. Alguns comportamentos do bichinho podem simbolizar o seu incômodo com a situação. Portanto, observe os sintomas:

  • Lambidas, mordidas e arranhões;
  • Queda de pelo;
  • Gengivas pálidas;
  • “Sujeira” de pulga no pelo.

As pulgas são pequenas e é difícil encontrá-las. Vez ou outra, é possível identificá-las andando pela pele do pet. A picada do inseto em qualquer região do animal, muitas vezes, é um dos únicos sinais mais claros de que o seu amigo de quatro patas está sendo incomodado pelo parasita.

Tais feridas provocadas pelos insetos podem provocar até mesmo áreas de infecção pela pele do pet. Os animais de estimação podem ainda se tornar alérgicos às pulgas, o que faz com que uma simples mordida do artrópode provoque intensa coceira e feridas vermelhas e inflamadas.

Em casas muito infestadas pela praga, é possível encontrar mordidas até mesmo nas pessoas, na região dos tornozelos, por exemplo.

O tratamento e o pós-tratamento

Existem muitos produtos para matar as pulgas e impedir sua reprodução. Os produtos são seguros, eficazes e duram até cerca de um mês com apenas uma aplicação.

A maioria dos tratamentos preventivos mensais é composta por produtos aplicáveis à pele, entre as omoplatas dos gatos e dos cachorros. Também são comuns, contudo, produtos em formato de coleira ou de comprimido.

Se estiver em dúvida, não hesite em consultar um médico veterinário para que ele indique a melhor forma de tratamento para o seu animal.

Uma vez que seja feito o tratamento corretamente, ele certamente surtirá o efeito desejado e eliminará as infestações provocadas pelas pulgas. Inseticidas internos e externos também podem ser utilizados para liquidar os insetos que estiverem espalhados pela casa. Esta é outra forma de acelerar esse processo.

Você também pode fazer uma lavagem na cama dos pets e a aspiração de tapetes e estofados. Uma vez concluído o tratamento, é possível verificar se o seu pet ainda está com os sinais da infestação.

Observe se o seu amigo de quatro patas ainda está se coçando insistentemente, se possui manchas calvas ou dolorosas em regiões que faltem pelos, se a pele está irritada ou se existem manchas escuras no pelo, além de pequenos insetos escuros correndo pelo corpo.

Outra forma de fiscalizar se o tratamento foi bem-sucedido é passar um pente pelo corpo do animal, procurando ali os sinais dos parasitas. Se persistirem os sintomas, procure um veterinário.

 

A pele do cão é uma barreira natural que cobre o seu corpo e que protege o animal contra as doenças. É um órgão muito especial. Ele se comporta como uma grande barreira natural que o protege de infecções externas e germes. Na pele existe um exército de bactérias que atuam para proteger seu animal de estimação contra doenças

Este parapeito natural para cães tem uma espessura de um a cinco milímetros, dependendo das áreas do corpo. A maior parte da pele do cão não tem glândulas sudoríparas (ao contrário da humana)

Como a pele do cachorro fica doente?

Um cão saudável mantém o equilíbrio entre as diferentes espécies de bactérias que habitam sua pele. O problema surge quando este mecanismo de defesa não funciona ou existe um desequilíbrio entre as diferentes espécies.

As infecções não demoram a aparecer quando a pele do cão não está saudável

Se a barreira natural das bactérias quebrar ou algumas bactérias superarem outras, as infecções ocorrem muito rapidamente.

Uma pelagem saudável também reduz as doenças dos cães

O cabelo do cão também ajuda a proteger a pele. O cabelo funciona como um obstáculo que retarda a chegada de bactérias e vírus nocivos, que ficam retidos na pelagem - às vezes muito grossa - do animal. Também ajuda o animal a regular a temperatura corporal . Aqui você pode aprender mais sobre como o cão suporta o frio .

Essa função protetora explica a importância de escovar o cabelo do cachorro todos os dias, cerca de dez minutos .

Doenças de pele de cachorro

A pele do cachorro diz muito sobre sua saúde. Portanto, problemas neste importante órgão que reveste o corpo do cão podem alertar que o cão tem um problema.

Quando a pele do cachorro falha, algumas doenças não demoram a chegar. Abaixo listamos as doenças mais comuns

   Infecções bacterianas da pele do cão.

As infecções ocorrem quando o equilíbrio entre as bactérias que vivem na pele do cão é interrompido devido a doença ou fraqueza.

   Sarna no cachorro.

A sarna é uma doença canina causada por um ácaro, um animal pequeno, mas muito prejudicial, semelhante a uma aranha miniatura. A sarna causa coceira intensa no cão, vermelhidão e manchas calvas nas áreas afetadas.

   Carrapatos e pulgas

Eles são outros organismos que atacam a pele do cão, especialmente quando a temperatura externa aumenta. Você pode ler o seguinte artigo para aprender como eliminar pulgas em cães .

   Alergias

As alergias, tanto alimentares como sazonais, podem causar alguns problemas de pele no cão. Como nas pessoas, a epiderme do cão pode ficar irritada e escamosa.

Quatro etapas para cuidar da pele do seu cachorro

1. Escovação diária.

Recomendamos passar 10 minutos por dia escovando nosso animal de estimação

2. Banheiro.

A epiderme do cão é um órgão essencial para manter sua saúde. Os cães e os humanos são diferentes, também no que diz respeito à nossa pele. Portanto, o banho do animal deve ser feito com um sabonete especial para ele, nunca com o do resto da família.

3. A importância da dieta.

A comida é fundamental para cuidar da pele do cão. Os ácidos graxos ômega 3 e ômega 6 dos alimentos ajudam a manter esse órgão saudável e hidratado.

4. Check-ups no veterinário.

A consulta com o médico canino e o adestramento de cães é fundamental para garantir a saúde do companheiro peludo e também de sua pele. O normal é distribuí-los para que sejam pelo menos dois por ano.